(Parênteses #2) Marcas mais valiosas do Brasil

Interrompendo a série que dei início na última quarta-feira, sobre mídias sociais, quero apenas expor alguns dados que li no site da HSM e achei muito interessante.

No primeiro post deste blog ressaltei a importância da comunicação para as empresas no momento da crise, e o mesmo fizeram outros profissionais de comunicação e marketing, com excelentes textos e opiniões. Minha idéia foi justamente a de defender o investimento em comunicação, mesmo em tempos de crise, pois essa poderia ser uma ferramenta importante para que as organizações saissem mais fortes, quando ela se acalmasse: “Deixar de comunicar é se esconder à sombra da crise e deixar de lado oportunidades de se mostrar forte e viva. E, quando a crise der sinal de melhoras, a imagem de quem abandona a comunicação organizacional já terá comprometido a sua presença na mente dos consumidores e, por outro lado, aquela que manteve seus esforços nessas atividades sairá fortalecida.”

Fiquei muito feliz com as respostas que obtive e também com uma matéria que saiu hoje, no site da HSM, pois apontou novamente a importância de se valorizar a comunicação organizacional, principalmente nesse momento. A matéria aborda a pesquisa recém saída da britânica Brand Finance, que avaliou as marcas mais valiosas do Brasil. Entre elas, destaques para o Banco Bradesco, que ficou em primeiro lugar, com valor de marca estimado em R16,27 bilhões e conceito “A” em força de marca; seguido pelo Banco Itaú, valendo R$11,81 bilhões; e Banco do Brasil, cujo valor de marca é de R$7,42 bilhões.

Entre as dez primeiras colocadas, destaque para a Vivo, que subiu da nona para a sexta posição; e a FIAT, que subiu da décima terceira para a décima posição.

O mais interessante dessa edição da pesquisa é que ela traz os primeiros impactos da crise financeira mundial. De acordo com o CEO e sócio da Brand Finance Améria do Sul, Gilson Nunes, “Enquanto o valor de mercado das empresas listadas em bolsa caiu R$ 351,6 bilhões em comparação ao ano anterior, ou seja, uma redução de 25,3%, a soma do valor das marcas aumentou 5,7%, ou R$ 12,3 bilhões”.

Rasteiramente, pode-se enxergar que o papel da comunicação e do marketing tiveram papéis importantes para esses resultados, em que a marca ganha valor, enquanto o negócio em si, perde durante a crise. E percebe-se, também, que são empresas que dão grande importância a essas atividades e, por isso, estão merecidamente entre as primeiras. Destaco a FIAT, que acho que faz um trabalho excelente, como poucas.

Mais detalhes em HSM - Bradesco: marca mais valiosa do Brasil.

Gostaria de ter a sua opinião: O que você pensa sobre os valores das marcas, como um fator de criação de valor para o negócio?

No próximo post eu volto com o Mídias Sociais B2C.

This entry was written by Marcus Lemos , posted on segunda-feira abril 13 2009at 09:04 pm , filed under Parênteses and tagged . Bookmark the permalink . Post a comment below or leave a trackback: Trackback URL.

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